Júlia Moura Lopes, aqui e n'O Privilégio dos Caminhos |
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Sunday, April 5, 2009
Wednesday, March 25, 2009
Sunday, March 8, 2009
Saturday, February 21, 2009
Cuéntame Cómo Vives, Cómo Vas Muriendo
The Yellow Canary - Óleo sobre tela de John Michael Carter |
| Cuéntame cómo vives; dime sencillamente cómo pasan tus días, tus lentísimos odios, tus pólvoras alegres y las confusas olas que te llevan perdido en la cambiante espuma de un blancor imprevisto. Cuéntame cómo vives; ven a mí, cara a cara; dime tus mentiras (las mías son peores), tus resentimientos (yo también los padezco), y ese estúpido orgullo (puedo comprenderte). Cuéntame cómo mueres; nada tuyo es secreto: la náusea del vacío (o el placer, es lo mismo); la locura imprevista de algún instante vivo; la esperanza que ahonda tercamente el vacío. Cuéntame cómo mueres; cómo renuncias - sabio -, cómo - frívolo - brillas de puro fugitivo, cómo acabas en nada y me enseñas, es claro, a quedarme tranquilo. [Gabriel Celaya] (in Tranquilamente hablando) |
Júlia Moura Lopes aqui e n'O Privilégio dos Caminhos |
Thursday, January 29, 2009
Citação Do Dia
"Se eu soubesse que um dia a América seria governada por um de nós, jamais teria mudado de cor." - Michael Jackson |
| Júlia Moura Lopes aqui e n'O Privilégio dos Caminhos |
Sunday, January 18, 2009
No Tempo Em Que Éramos Felizes
no tempo em que éramos felizes não chovia. levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol. as manhãs eram um céu infinito nosso amor era as manhãs. no tempo em que éramos felizes o horizonte tocava-se com a ponta dos dedos. as marés traziam o fim da tarde e não víamos mais do que o olhar um do outro. brincávamos e éramos crianças felizes. Às vezes ainda te espero como te esperava quando chegavas com o uniforme lindo da tua inocência. há muito que te espero. Há muito tempo que não vens. José Luís Peixoto (in A Criança em Ruinas) |
| Júlia Moura Lopes aqui e n'O Privilégio dos Caminhos |
Friday, January 16, 2009
A Razão da Loucura
Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. E, para mim também, para mim que estou destinado à vida, às borboletas e às bolhas de sabão, e tudo o que a elas se assemelham entre os homens, parece-me ser quem melhor conhece a felicidade. Quando vê esvoaçar essas almas pequenas, leves e maleáveis, graciosas e brincalhonas, Zaratustra tem vontade de chorar e de cantar. Eu só poderia acreditar em um deus que soubesse dançar. Aprendi a andar; desde então, deixo-me correr. Aprendi a voar, desde então não preciso mais que me empurrem para mudar de lugar. Agora sou leve, agora eu vôo… agora um deus dança em mim. Assim falava Zaratustra |
| Júlia Moura Lopes aqui e n'O Privilégio dos Caminhos |
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